27 agosto, 2012

Em cozinhas integradas, eletrodomésticos, pias, pisos e acabamentos são feitos para serem exibidos, de preferência em harmonia com a sala de estar ou a de jantar.


Na mesma cozinha de um apartamento antigo e espaçoso, a arquiteta Claudia Haguiara criou duas ilhas de trabalho derrubando as paredes que separavam copa, cozinha e sala de estar. Uma delas, com pia e cooktop, é ideal para preparar e servir refeições rápidas. A outra, com coifa, cooktop e pia maiores, tornou-se um espaço confortável para o morador exercer receitas mais elaboradas. O cimento polimérico manchado deu um toque diferenciado à parede de concreto, coberta por uma grande estante que abriga forno elétrico, micro-ondas, livros de receitas e uma coleção de garrafas.


Para as arquitetas Isabela Jock Piva e Adriana Cocchiarali, um apartamento pequeno não admite espaços compartimentados. “Integrados, os ambientes têm pleno uso”, avisa Isabela. Seguindo esse conceito, elas desenharam uma bancada de ipê de 2 m de comprimento que, elegantemente, traz amplitude e integra a cozinha à sala. Ao lado do fogão, duas folhas de madeira se abrem juntas, criando uma porta em L e aproveitando o espaço em quina da cozinha de 7 m2.


Amante da culinária, o casal dono deste apartamento pediu aos arquitetos Conrado Heck e Rodrigo Briareu uma cozinha aconchegante, como se fosse uma extensão da sala de jantar. Madeira tauari foi a solução encontrada para os pisos e para a divisória que delimita os dois ambientes. Pastilhas pretas de vidro revestem o piso da área de trabalho e a parede da bancada. Para melhor aproveitamento do espaço, os armários foram feitos sob medida. E, como a cozinha é do tipo corredor, pia, fogão e geladeira ficam alinhados.


A integração entre sala e cozinha é ressaltada pelo piso contínuo de marmorite. Atendendo a um pedido dos moradores, que queriam espaços iluminados, claros, arejados e sem muitas paredes, os arquitetos Antonio Claudio de Souza Leite, Felipe Lobão Rudge e Flávia Martins pensaram até numa pérgula interna, coberta por uma placa de vidro afastada 10 cm da parede, por onde escorre água da chuva. O toque bucólico da casa é completado pelas amplas janelas sobre a bancada do fogão, que se abrem para uma área verde.


Sem excessos, esta cozinha conta apenas com itens essenciais, como geladeira, fogão e coifa. Integrado à sala de estar, o ambiente ganhou piso de cimento queimado com acabamento de pó de mármore branco. Para garantir maior funcionalidade e transparência, a arquiteta Letícia Nobell projetou uma bancada de laca com janela guilhotina de vidro. A combinação de cores, como o cinza e o branco, resulta num espaço contemporâneo.


Uma porta de correr de madeira laqueada separa a cozinha da sala de jantar. Ambas são amplas, mas a escolha de cores sóbrias, em tons de cinza, preto e bege, e madeiras escuras, como o jacarandá, deram ao projeto dos arquitetos Antonio Ferreira Jr. e Mario Celso Bernardes a mesma sensação de aconchego dos ambientes menores. Coifa e eletrodomésticos de aço escovado levam um toque de modernidade, que se completa com o funcional jogo de janelas basculantes.


Com a área de serviço empurrada para um lugar isolado após a reforma, a cozinha ganhou mais espaço. Para separá-las, a decoradora Maristela Gorayeb instalou uma porta de laminado à prova de umidade. O piso, que avança para a sala, é revestido de granilite, material à base de cimento e mármore, que, por causa das poucas emendas, dá a sensação de amplitude. Por estar colocada 26 cm abaixo do balcão de eucalipto entre a sala e a cozinha, a bancada da área de preparo das refeições proporciona maior privacidade. Quem fica do lado oposto não vê o que está sobre ela.


Assinado pelos arquitetos Paula Neder e Alexandre Monteiro, o projeto deste apartamento privilegia a integração total entre os ambientes. A criatividade fica por conta das portas e dos painéis de correr, que permitem uma ampliação de espaço e, ao mesmo tempo, um retorno à configuração original nas ocasiões mais formais, como desejavam os moradores. Na cozinha, por exemplo, quando está totalmente aberta a porta se alinha com a parede, provocando uma sensação de prolongamento do painel de frisos. Fechada, ela forma outro conjunto com a janela sobre a bancada.


Para integrar a cozinha ao living desta cobertura dúplex de 70 m2, ela foi construída no andar de cima. A solução encontrada pelo arquiteto Gustavo Calazans para reunir os dois ambientes foi incluir uma mesa de vidro quadrada (1,40 x 1,40 m), que deu leveza e permitiu que o móvel ficasse encostado na bancada do cooktop. Pela proximidade da cozinha com o estar, Calazans decidiu não colocar tapete sob a mesa de jantar.


Da sala à cozinha, os tacões de ipê do piso, cujo acabamento bisotado dispensa calafetação, compõem um equilibrado jogo entre o antigo e o moderno, imaginado pelo arquiteto Gustavo Motta. A mistura também se reflete no charme do refrigerador vintage e na mobília bem posicionada, que delimita os ambientes, onde couberam duas mesas de centro e a mesa de jantar.


Um médico baiano se apaixonou assim que entrou no apartamento de cobertura de 92 m² na capital paulista. Apenas a falta de incidência de luz natural o incomodava. Ponto negativo logo resolvido pelos arquitetos Alice Martins e Flávio Butti, que aumentaram para 3 m a abertura do terraço, antes ocupada por duas portas de 90 cm cada uma. Com essa solução, os ambientes estão mais iluminados e arejados. Num equilíbrio de tons, a mesma madeira que reveste a cozinha chega à sala de estar.


Cozinha compacta, aberta para a sala de jantar, com uma porta de correr que pode isolar o ambiente quando necessário, foi a ideia do arquiteto Marcelo Rosset para reformar e unir dois apartamentos de 50 m² a pedido de Isabel e Álvaro Delalamo. "Ficamos com uma sala grande, duas suítes e duas varandas. A sensação é de muito espaço, luz e um astral tranquilo”, resume Isabel.


O arquiteto Antonio Mantovani costuma brincar que virou especialista em espaços pequenos. Ele mesmo, morador deste apartamento dúplex de 55 m2, desenhou o projeto que derrubou a parede entre a cozinha e a sala. No ambiente culinário, escondeu a máquina de lavar louças sob uma bancada de 70 cm de profundidade, com tampo de marmoglass, material composto de pó de mármore e vidro. Na passagem livre entre os ambientes, o piso é de cimento queimado.

Fonte: CB


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